Muitos se autodenominam morais apenas porque sua fraqueza os protege da tentação.
Quem nunca ousou se apressa em pregar a moderação; quem nunca desejou se anima em discursar sobre pureza. A virtude não é a ausência de impulso, mas o domínio sobre ele.
Contudo, o mundo elogia os impotentes como "bondosos", porque a ausência de perigo agrada à maioria.
O valor moral passou a ser medido não pelo que uma pessoa conquista, mas pelo que ela evita.
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